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Batemos um papo telefônico com o Dioy, Baixista/Vocalista da banda Carrão de Gás, o qual já tocaram juntamente com Titãs, Frejat, Charlie Brow Jr, Capital Inicial, etc.

 

Vejam na íntegra a conversa, e o que anda rolando com a banda.

 

 

EDYE: Primeiramente agradeço a participação do Carrão de Gás nesta entrevista. Me conte um pouco sobre a banda, a sua história. Como se formou?

Dioy: Eu que agradeço a participação no site de vocês, é muito legal falar com vocês. Bom, para contar um pouco a história do Carrão, tenho que contar desde o começo de como começou o Carrão de Gás. Eu estava fazendo uns trabalhos no estúdio do Maurinho Saldanha, o baterista, isso mais ou menos no finalzinho de 2000, pro começo de 2001. Sempre adorei o trabalho dele como baterista, sempre fui fã do trabalho dele. Ele é um pouco mais velho que eu e eu via ele tocando no circuito underground daqui da região de São Carlos, que era muito legal e sempre admirei o trampo dele. Convenci ele de fazer um ensaio, um ou dois ensaios dentro do próprio estúdio mesmo pois ele não tinha a menor pretensão de sair tocando por aí de novo, a voltar a tocar. Ele estava envolvido com o trabalho no estúdio e não queria mais tocar ao vivo. Foi tão legal, tão mágico no momento de tocar com ele e convidei o Léo Amorim que era um guitarrista que tocava comigo, peguei o baixo, acabei assumindo o baixo para poder fazer essa bagunça, esse som. Foi tão mágico que a gente resolveu marcar um outro ensaio, e depois que rolou o segundo ensaio, a gente marcou o terceiro ensaio e depois deste terceiro ensaio, um cara que é muito amigo nosso, dono de uma casa noturna legal pra caramba na época convidou a gente pra tocar nessa casa e foi um sucesso, e foi assim que se formou o Carrão de Gás, tocando clássicos do rock e desde sempre uma sonoridade bem marcante


EDYE: Quais são as maiores influências musicais da banda?

Dioy: As maiores influências do Carrão na verdade, falo por mim e posso até falar pelo Maurinho, pelo Léo também. A gente cresceu ouvindo aqui os clássicos do rock. Somos muito influenciados pelas bandas de fora, as bandas gringas que a gente costuma dizer. Influenciados ai de 1960 até hoje. Ouve ainda, sempre ouviu Beatles, sempre ouvimos Stones, ouvimos Kiss, eu sou kissmaníaco particularmente, gosto de Kiss desde os 4 anos de idade. Ouvimos Aerosmith, Alice Cooper, Van Halen, Bon Jovi e as coisas nacionais também lógico e até pode trabalhar com algumas bandas como Titãs, que é uma banda que a gente adora, como Capital que é uma banda que a gente respeita muito, talvez tenha sido a banda que mais a gente trabalhou mais tenha feito abertura de shows, foi super legal, os caras são demais, gostamos de Barão, gostamos demais, abrimos um show ou dois shows do Frejat e foi muito legal também. Um pouco de Paralamas. Essas são as maiores influencias da banda, eu acho. Se a gente for falar de uma coisa um pouco mais contemporânea, ouvimos Foo Fighters, gostamos demais de Foo Fighters, mas são caras que cresceram ouvindo as mesmas coisas que a gente. Gostamos de Velvet Revolver que é praticamente um Guns n Roses, que é também o Slash, o Dust os caras cresceram ouvindo Led, Alice Cooper. Então essas são as maiores influências do Carrão. A gente põe tudo isso no nosso som, mas faz com que tudo isso soe Carrão de Gás, que eu acho que é o mais importante.


EDYE: De onde vem o nome da banda? Na minha resenha do CD da banda, fiquei me perguntando a respeito disso. Agora posso tirar essa dúvida cruel (risos).


Dioy: Na verdade e uma coisa engraçada. Lembra acabei de dizer na primeira pergunta que a gente foi convidado para tocar numa casa noturna por um amigo e essa casa estava bombada naquele época que aqui em São Carlos. Pra fazer essa apresentação que foi decidida em 2 dias praticamente. A gente foi convidado e tinha que decidir se ia ou não em 2 dias. A gente ficou nesse período chutando nomes, e dizendo nomes. Como o Carrão nasceu sem pretensões, os nomes também foram nascendo sem a menor pretensão. Eu tava ouvindo um disco do Premê (nota: Premeditando o Breque), isso é puro acaso, o Premê não é nenhuma influencia, não tem nenhuma influencia sobre o nosso som, não tem influência sobre o meu som, o meu estilo de tocar. Mas é uma banda que é curiosa, banda divertida que eu tava ouvindo até um disco de vinil na época. Eu falei o nome Carrão de Gás que é uma musica do Premê, chutando esse nome, que eu acho um nome sonoro, achei na época um nome polêmico, e divertido. A gente não queria nenhum nome inglesado, ou gringo, aquelas coisas que a gente geralmente vê por ai, eu queria um nome brasileiro, um nome português mesmo. Chutei esse nome, o Maurinho e um fã do preme e o Maurinho falou "pô e legal, e sonoro, vai que fica Carrão de Gás para esse show". A gente nem sabia se ia ter um segundo show. A gente nem sabia o que ia ser da vida do Carrão de Gás. Então ficou Carrão de Gás. Só que pintou um show, foi um sucesso, graças a Deus. Segundo, foi casa hiperlotada. Terceiro, casa hiperlotada. Fechamos um mês, dois meses, o Carrão de Gás já existia. Todo mundo achava um nome engraçado, um nome polêmico. Nego falava "pô que nome estranho, cara". A gente falava, "é simples: sugira um nome melhor para mim que a gente muda o nome do Carrão". Ninguém sugeria nenhum um nome melhor, então acabou ficou Carrão de Gás, sonoro, polemico e é isso ai, é o Carrão hoje.


EDYE: Conte uma história inusitada, engraçada, memorável que aconteceu com a banda. Além da origem do nome da banda.

Dioy: Na verdade quando a gente esta na estrada, a gente sempre passa por coisas legais, coisas inusitadas, coisas engraçadas, coisas memoráveis e coisas muito emputecedoras. Bom, posso contar um pouco de cada coisa. Uma historia inusitada: a gente abrindo um show do Frejat, o primeiro show grande que a gente abriu e a gente estava tocando um clássico do Purple, e eu olhei para trás e vi o Frejat em cima do palco curtindo o som que a gente estava fazendo. Olhei um cara baixinho e pensei "puta, esse cara parece o Frejat", era o Frejat. Uma coisa engraçada: a gente foi fazer a abertura do Charlie Brow e na hora de transportar o equipamento colocaram um baixo só. Eu estava só com um dos meus baixos Eu costumo levar 2 ou 3. Na época, eu leva 2 no mínimo. E eu também não tinha levado jogo de cordas reserva. Eu consegui estourar o mizao do baixo faltando 40 minutos pro show acabar. Em apuros, foi engraçado. A gente terminou o show acústico na abertura do Charlie Brow Jr. Memorável: bom, cada show é memorável, a gente sempre conseguiu se superar, graças a Deus, mas um momento muito legal na nossa carreira foi um show em Uberaba pra vinte mil pessoas, em maio deste ano, foi memorável subir no palco e ver tanta gente esperando a gente chegar ali naquele momento. Foi muito legal. Logo depois do lançamento do Rock ‘n’ Roll 4x4, praticamente um mês, a música estava super bem lá. Eu acho que são os momentos legais, inusitados, engraçados, memoráveis. Os ruins, a gente deixa pra lá, não vamos contar, não (risos).

EDYE: Me conta o frio na barriga deste show de 20.000 pessoas.


Dioy: Cara, foi até uma história engraçada. A gente chegou um pouco cedo, mas tivemos problemas com a passagem de som. Esse lugar em Uberaba é uma feira famosa, num lugar enorme, é o ExpoZebu, uma das maiores feiras agropecuários do país. A gente chegou um pouco cedo e teve um problema com a passagem do som, problema com pessoal que ia tocar junto com a gente, não foi muito legal. Então fomos poupados da passagem de som, fomos pro hotel, ficamos lá quase o tempo todo, e chegamos praticamente na hora do show e eu vi que tinha muita gente circulando pelo local. Não dava pra ver o tanto de pessoas que tinha até realmente subir no palco. Na hora que nós subimos no palco, eu olhei e falei “meu Deus do Céu, o que é que é isso, cara”. Era um absurdo, não dava para enxergar o final de tanta gente. Um lugar lindo, um palco maravilhoso, um som perfeito, a nossa equipe é muito competente, foi muito legal. Agora o frio na barriga sempre dá. Pode ser num boteco pra 30 pessoas, pode ser num show de vinte mil pessoas. Acho que se um dia isso acabar, se a gente parar de sentir isso, eu acho melhor a gente para de tocar Rock ‘n’ Roll.



EDYE: O CD atual mostra 12 faixas de Rock n' Roll, com momentos pesados, românticos, enfim, mesclando o que tem de melhor no Rock. Como será a linha de composição do próximo disco?

Dioy: Nós já estamos compondo. Já estamos quase com o CD cheio, pronto. Ainda não começamos a gravar definitivamente. Ainda estamos decidindo o que fazer. A gente está gravando as demos. Registrando algumas demos. O disco vai ser praticamente na mesma linha, só que eu digo, eu afirmo com certeza absoluta, que será um disco mais maduro. É difícil as coisas não andarem pra frente, se é que você me entende, não quero soar pretensioso. Mas a gente evolui, a gente amadurece, é lógico, sem perder a essência. O Carrão de Gás tem uma essência, tem uma sonoridade, é fiel a um lema, é fiel a um lance, e é muito espontâneo. Tudo aquilo que você ouviu no Rock ‘n’ Roll 4x4, sem dúvida vai estar presente no nosso próximo trabalho também. Mas como a gente tá envelhecendo, estamos andando pra frente, a coisa tende a ser um pouco mais madura. Então, eu posso adiantar que este disco vai contar com alguns elementos diferentes que não tem no primeiro, como o piano, eu vou estar desempenhando de estar tocando algumas coisas. Eu estou compondo muitas coisas em piano, então vou estar tocando algumas coisas em piano no disco. Vamos ter as mesmas coisas românticas, vamos falar de amor, vamos falar de sexo, como a gente gosta de falar, vamos falar de alegria, vamos passar mensagem de alto astral, a gente não quer doutrinar ninguém, a gente só quer lembrar as pessoas que existem momentos legais, momentos na vida da gente que devem ser levados em conta pra gente esquecer um pouquinho a dureza da vida, a dureza da corrupção, da falta de dinheiro, da tristeza, da perda e desse tipo de coisa. Mas vai ser um disco praticamente na mesma linha, só que mais maduro.

EDYE: Em 4 anos de carreira, a banda já está atingindo participações em vários meios de comunicações, como Rádio, Revista (impressa), TV, Internet. Como está sendo este difícil trabalho de divulgação?

Dioy: Realmente é um trabalho muito difícil, é muito árduo, divulgar um trabalho, divulgar uma banda nova que está aparecendo é muito difícil. Estamos sendo muito felizes no que está acontecendo até hoje. Eu acho que somos abençoados, trabalhamos demais pra isso. A gente realmente colhe o que planta, isso eu acredito, isso é fato, é real. O Carrão esperou um bom tempo pra amadurecer o primeiro trabalho pra se estruturar, pra poder jogar esse trabalho decentemente na praça. As dificuldades existem, elas estão sempre aí, mas a gente tem que driblar e passar por cima delas. Até hoje, a gente pode contar praticamente 4 meses do lançamento do disco, estamos muito felizes, por tudo que está acontecendo. Por exemplo, esta oportunidade de estar falando com vocês, como as oportunidades de ter falado com tanta gente legal e ter feito tanta coisa num espaço tão curto de tempo, coisas que as bandas muito legais não conseguem em 2, 3, 4 anos. Estamos felizes, mas temos muito trabalho pela frente, tem tudo ainda pra fazer e o foco é este: trabalhar, trabalhar, trabalhar mesmo porque é difícil, é árduo, mas a gente ainda vai chegar lá.

EDYE: Qual o maior desejo e sonho da banda?

Dioy: É alcançar todos os nossos objetivos, como seres humanos, como músicos, como pessoas que amam realmente o que fazem. Nós amamos o que fazemos. Eu acho que a melhor coisa na vida de uma pessoa pra ser realmente feliz, é ela morrer fazendo aquilo que ama, né? Sendo bem remunerada, é lógico que a gente precisa de dinheiro pra viver e sendo reconhecidos.

EDYE: Atualmente, quais são as maiores dificuldades da banda?

Dioy: As maiores dificuldades da gente, são as dificuldades de qualquer trabalho. Eu não gosto de encarar coisa com muito pessimismo porque eu acho que isso não é saudável, não traz bons fluidos, eu acho que não ajuda em nada ficar pensando sempre no lado ruim. Eu costumo dizer pras pessoas quando me perguntam este tipo de coisa, como somos uma banda que está começando, estamos começando um trilho novo. A gente já começou há muito tempo atrás, já passou por muita coisa e já passamos por todos os estágios para chegar aonde estamos hoje. Aonde a gente conseguiu chegar. Eu acho que dar os primeiros passos de um novo objetivo é a maior dificuldade qualquer trabalho, se é que você me entende. Você traça uma meta, você trabalha, rala que nem um desgraçado pra chegar nessa meta e você consegue chegar, atinge o seu objetivo, e obviamente a tendência natural é traçar um objetivo um pouco maior. Esses primeiros passos dessa mudança de trilhos é delicado, é difícil, mas tem que trabalhar para isso.


EDYE: E as facilidades?

Dioy: As melhores coisas que têm é o reconhecimento, respeito, é estar em contato com os fãs, com o público em geral, as pessoas que entendem o que a gente está tentando fazer, sabe? Pessoas que entendem o que a gente está tentando fazer, porque de certa forma a gente está andando um pouco contra a maré, um pouco contra as tendências que estão acontecendo com o rock nacional, puta, isso é muito legal esse reconhecimento. Mas se a gente for olhar pelo lado glamouroso da coisa, que de repente é o lado que todo mundo vê, as pessoas esquecem o quanto é difícil estar no palco ali pra sorrir, pra fazer o trabalho. É o lado do Rock ‘n’ Roll em si mesmo, de extravasar, de ter um glamour em cima de tudo disso, de ter um pouco de deslumbramento aos olhos das pessoas, mas pra gente que está lá em cima não é nada disso, não. A gente curte muito o que faz, ama o que faz, é lógico que é um tesão, é um prazer o que a gente faz. A gente faz com tesão e com prazer mas é difícil chegar, cara. Mas é isso, as facilidades eu acho que é o maior contato com todo mundo que gosta, fã, ou então bons críticos de música, ser saudável isso é fácil, é gostoso.


EDYE: Quanto ao ritmo de ensaios. Como estão no momento? Muitas bandas não gostam de ensaiar, gostam mais de chegar no palco e descer a lenha e vocês? Como são?

Dioy: Na verdade, agora a gente está uns vinte dias que não está trabalhando praticamente. A gente deu um tempo pra dar uma freada nas composições. Eu não posso dizer muito sobre o segundo disco, que eu não tenho autorização para isso. Mas eu estou num momento de compor. O Maurinho tá num momento mais retirado, cuidando um pouco de um projeto paralelo dele como produtor. O Léo está estudando um pouco. A gente está uns 20 dias parados, sem shows, só realmente fazendo divulgação. Fazendo parte de entrevistas e outras coisas mais. A gente não ensaia muito não viu EDYE. O Carrão já tem um repertório formado desde o começo do ano pra essa turnê do Rock ‘n’ Roll 4x4 que ainda não começou, se a gente pode considerar. A gente está se dedicando todo o tempo agora pra divulgação mesmo, que eu acho que não adianta sair por aí, cara, batendo cabeça sem que o trabalho já esteja um pouco divulgado, sem que tenha sido executado um pouco nas rádios, que é o que está acontecendo. A gente já está sendo executado no Brasil todo, têm algumas capitais. A música de trabalho, vai indo muito bem, Graças a Deus. Eu acho que o momento agora tá mais enfocando nisso mesmo. Nós gostamos muito de ensaiar, sim, a gente gosta muito do que faz. Chegar no palco e fazer um lance é muito legal, mas eu acho que tendo algo mastigado, algo preparado, dá muito mais prazer, dá muito mais segurança, a gente consegue descer mais a lenha e nós gostamos de nos preocupar com esse lado de produção, com esse lado de sonoridade. Nós não somos uma banda que gosta de subir lá e dar um ar de improviso, a gente gosta de subir lá e dar um ar de que a coisa é aquela mesma, o recado é aquele mesmo e a paulada é uma só.

EDYE: Como foi o processo de composição e gravação do CD (Rock'N'Roll 4x4)? Como está sendo a distribuição do CD?

Dioy: Bom, o processo foi muito natural, muito espontâneo como eu já disse numa pergunta atrás. Foi natural, foi tranqüilo, talvez eu seja o maior colaborador das composições pelo meu estilo. Eu sou mais comunicativo, eu sou um pouco mais agitado que os caras. O Maurinho costuma brincar comigo que eu sou um turbilhão, que às vezes ele precisa jogar água fria em mim, porque eu tenho ebulição de 10 o tempo todo. A minha personalidade é forte. O Maurinho trabalha bem o Carrão de Gás essa parte de composição, trabalha como um produtor mesmo. Ele é muito, muito, muito eficiente nessa área. Ele é um cara formado na Unicamp em música. Ele é um ótimo engenheiro de estúdio. Tudo passou por ele. Nós produzimos o disco praticamente sozinho. Tudo sozinho, tudo em 3. Então, ele breca as minhas idéias. Ele é o cara que fala “pô, isso é legal, isso às vezes não é legal, vamos pensar em alguma outra coisa”. O Léo, é um cara que apesar de novo, é um cara que colabora muito com riffs de guitarra, com solos criativos, e também opina na hora de decidir. Nós decidimos tudo em 3. Nada é unanimidade. Esse é o nosso processo de composição. Às vezes eu componho de madrugada, às vezes componho de manhã, às vezes componho na van, às vezes componho, cara ... no momento íntimo, não tem muita regra, não muita doutrina. O que importa é o resultado. A gente discute, isso é legal, isso não é legal, o que vai pro disco. Com relação à distribuição está sendo feita com a Unimar. A gente não tem tanto contato com números. Nossos empresários cuidam mais dessa parte. Mas eu acho que está sendo legal. Apesar de ser um trabalho recentemente lançado, eu acho que você não tem tantas dificuldades pra encontrar. Talvez tenha alguma ainda pra encontrar em alguns lugares. Mas se alguém quiser logicamente pegar, comprar o nosso CD, e conseguir o CD, é só entrar no nosso site www.carraodegas.com que tem uma equipe especializada em mandar o CD no endereço solicitado com 5 dias de demora. É agilizado.

EDYE: Obrigado pelo tempo dedicado para esta entrevista. Bem, agora um recado para os internautas e fãs.


Dioy: Eu que tenho que agradecer EDYE. Eu agradeço muito ao RockShowBrasil. É um prazer estar participando de uma entrevista, é uma honra estar falando com vocês. Espero poder participar outras vezes. Quantas vezes vocês quiserem. Eu agradeço pelo espaço dado ao Carrão de Gás. Eu queria deixar um recado pros internautas em primeiro lugar, de repente algumas pessoas que não conhecem o nosso trabalho, pra que procurem o trabalho do Carrão de Gás. Pra quem gosta de Rock ‘n’ Roll, pra quem gosta de Rock, pra quem realmente de alguma forma é ligado à este maravilhoso mundo do Rock ‘n’ Roll, pra que procurem a gente, o nosso site é www.carraodegas.com. Vai ser um prazer ter vocês por lá internautas, pessoal do RockShowBrasil, e pô, pros fãs, é aquela velha história, a gente quase não tem o que falar pros fãs, né cara, são as pessoas responsáveis por levar a gente nas costas, por entender o que a gente está fazendo, tudo o que a gente faz do momento do ensaio até subir no palco é pra vocês, é claro é pra gente, nós temos tesão e prazer em fazer isso, como eu já tinha dito antes, mas é pra isso, é pra vocês fãs, é pra atingir vocês, pra que vocês realmente possam curtir esse momento, dividir isso com a gente e entender o que a gente está querendo dizer em certa forma. Deixo um beijo grande, um abraço em nome de todo o carrão, em nome do Maurinho, em nome do Léo. A gente se vê pelo Brasilzão afora aí, os shows estão pra começar pra valer. E, bom, é isso cara, eu só quero desejar Felicidade e Paz pra todo mundo. Foi um prazer mesmo e Rock ‘n’ Roll na cabeça sempre.
 

 

 
 
Publicado: 25/09/2005
 

 
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