O cartunista Marcio Baraldi acaba de ganhar mais um prêmio Angelo Agostini, pelo melhor lançamento de 2009 com o livro “Roko-Loko:Hey Ho, Lets Go!”, cujo festão de lançamento, no início de dezembro de 2009, levou 500 pessoas ao Blackmore Bar, em São Paulo. Este já é o décimo Angelo Agostini que Baraldi recebe em sua vitoriosa carreira e vem no exato momento em que seu personagem Roko-Loko completa 14 anos de criação e publicação ininterrupta nas páginas da revista Rock Brigade. Enfim, um prêmio mais que merecido, pois são pouquíssimos personagens do quadrinho brasileiro que alcançam essa marca de longevidade.
O prêmio Angelo Agostini é conferido pela AQC – Associação dos Quadrinhistas e Cartunistas – e existe há 26 anos, sendo o primeiro e mais antigo prêmio para Quadrinhistas no Brasil. Seu nome é em homenagem ao jornalista e quadrinhista Angelo Agostini, italiano radicado no Brasil, que no dia 30 de janeiro de 1869 criou e publicou “Nho Quim”, a primeira História em Quadrinhos do Brasil e uma das primeiras no mundo inteiro. Por conta disso, a data 30 de janeiro passou a ser considerada o Dia do Quadrinho Nacional.
A cerimônia de entrega será realizada no dia 27 de fevereiro de 2010, sábado, a partir da 13h, no Senac Lapa Faustolo, Rua Faustolo, 1347, Lapa, SP/SP (próximo ao terminal de ônibus da Lapa). Outras informações pelo telefone: (11) 3475-2200. A entrada é franca.
Acesse www.marciobaraldi.com.br
www.twitter.com/marciobaraldi
Entrevista com Baraldi na Rock Undergound
http://www.rockunderground-mag.com/baraldi-entre.html
![[maua]](http://www.rockshowbrasil.com/wp-content/uploads/2010/02/mauabanner.jpg)
A entrevista foi online pelo sistema “msn”. Batemos um papo virtual com André Cabral (guitarras), Carlos “Sapo” Henrique (guitarras), Erico Gramam (voz guturak), Thomas Stalder (bateria) e Arthur Pinto (produtor).
Vejam como foi este papo descontraído com a banda
EDYE: Primeiramente agradeço a participação da banda nesta entrevista. Me contem um pouco sobre a sua história. Como se formou?
Thomas: Sapo
Sapo: A [maua] se formou quando uma banda de new metal formada por mim e Cabral chamada Scrow acabou. A gente resolveu convidar Thomas pra montar uma banda, porque ele já ouvia os ensaios da gente às vezes. E ele concordou, desde que a gente quisesse fazer algo novo. Uma sonoridade sem precedentes, mesclando o que a gente tivesse como referencia.
EDYE: Em que ano foi?
Sapo: Junho/julho de 2003
EDYE: Quais são as maiores influências musicais da banda?
Thomas: Toto
Sapo: Tool, Killswitch Engage, Deftones
Érico: principalmente Death Metal….mas muita coisa de Black também!
Cabral: Killswitch Engage, coisa com efeito, Metal Core….
Fabiano (não presente): Slipknot
Sapo: e Silverchair (Fabiano ainda)
Pablo (não presente) Rufus Wainright, Radiohead e Detones. Canto Clássico
Thomas: Toto de novo e toda música que tenha qualidade incluso certas bandas de Death
EDYE: Toto?? é uma banda de fora ..
Thomas: é. USA
EDYE: sim, lembro
Thomas: É a minha formação musical
EDYE: mas não é de metal
Thomas: nooooooooooooooo
EDYE: pois é.
Thomas: hoje sou fã de Slipknot tanto quanto fui de Toto
EDYE: Verificando as influências de cada um, a banda mescla um emaranhado de estilos. Isto influencia no som final da banda?
Sapo: com certeza
Arthur: isso!!!
Sapo: como você pode ver, as influências de cada um são as mais diversas possíveis. Logo, cada um “traz” pra [maua] elementos distintos…que quando combinados ajudam com a idéia de compor algo novo
Arthur: muito!!! é justamente essa coisa que faz o nosso som… você encontra vários estilos e fazem com que a [maua] seja o q é!
EDYE: O som da banda mostra algo bastante particular nas composições. Têm vezes que lembra o System of a Down e também algo de Death Metal ou estou enganado?
Sapo: De jeito nenhum. Já ouvimos varias vezes comparações como essas que você falou…e as mais variadas. Quando do lançamento da demo da gente, fomos comparados de REM a Death Metal. Tentamos agregar no som da [maua]….todo tipo de som que a gente ouve. Muita gente já disse que algumas coisas do nosso lembra SOAD, mas também já fomos comparados com as mais variadas bandas e estilos….e isso é bom..sentimos que estamos atingindo nosso objetivo. A [maua] é pra quem curte som pesado….de qualquer vertente. Por isso o som da gente tem elementos de death, elementos de hardcore.
Thomas: concordo
EDYE: Mas lembrar a banda REM também? Que curioso!
Sapo: pois é. Já ouvi REM, Smashing Pumpkins e Sepultura
EDYE: Como foi a inspiração em denominar a banda com este nome [maua]?
Thomas: Eu tenho um projeto na minha mente por muitos anos (10) de poder montar um projeto musical com o nome [maua]. Acontece que quanto a Scrow se desmanchou surgiu a questão do nome botamos em votação democrático 3 nomes ou mais —– não me lembro
Cabral: Scrow, [maua], stoned. Claro que foi [maua]
Thomas: E ai foi votado o nome maua graças aos integrantes que não fazem mais parte do grupo
Cabral: Pela brasilidade…
Thomas: e pela sonoridade
EDYE: Como a grande maioria do público brasileiro não conhece a cena em Sergipe, nos contem como está o movimento por aí
Érico: Desde que vim morar em Aracaju…..sou nômade (diga-se de passagem!)….que nunca vi o movimento tão bom como hoje….,não está como gostaríamos, mas, está melhorando muito!!!!
Cabral: as coisas continuam difíceis, mas estão melhorando…
Arthur: O que acontece aqui na verdade e o que vejo é que aqui existem muitas bandas de potencial… mas a cena não é unida… produtores não se somam… deveríamos aproveitar que fazemos parte do menor estado do país e mostra que temos um som comparado aos lugares “grandes”.
EDYE: Como acham que podem melhorar a cena aí? O que falta?
Thomas: objetivos e solidariedade
Arthur: Com união e respeito… soma… se todos se somarem… Sergipe vai muito longe
Sapo: boa resposta… ambas
Thomas: que falta no mundo inteiro. Na Suíça também é assim
EDYE: Em pouco tempo de formação a banda está lançando o seu álbum de estréia. Me contem como foi o processo de composição. Os músicos antes de formarem a banda já tinham algum projeto já montado com músicas prontas e foram “adaptadas” para o [maua]?
Thomas: nooooooooooo. Sapo fala
Sapo: alguns riffs, ou frases da Scrow foram aproveitados na [maua]…muito pouca coisa….a grande maioria da composição é da [maua] mesmo. Esse processo de composição, normalmente começa comigo, Thomas e Cabral fazendo o esqueleto da musica. Então Érico e Pablo participam alem de obviamente colocando os vocais, mexendo na estrutura da musica. Depois parte para a letra, normalmente feita por mim, ou Érico ou Pablo. Mas em algumas musicas, Érico e Pablo participaram com idéias desde o inicio. Como é o caso de Arrested Mind, em que Érico participou da elaboração da musica, dando idéias.
EDYE: Uma composição bem eclética na banda.
Sapo: muito.
EDYE: E a distribuição e divulgação do CD. Como está?
Arthur: Bem cara… estamos reservando uma parte para a distribuição local…temos como plano distribuir por Brasil estrategicamente nas rádios e produtoras. e estamos caçando alguns selos “independentes” para distribuir por nós… estamos abertos a propostas!!!
EDYE: Contem uma história inusitada, engraçada, memorável que aconteceu com a banda.
Thomas: já tô rindo
Sapo: uma das historias clássicas da maua foi no primeiro dia de Pablo ensaiando com a gente…Eu absolutamente sem querer enfiei a pedaleira na sobrancelha dele. Sangrou pacas. Que tal isso de primeira impressão pra um vocalista?
Thomas: e a onda do ventilador???? Ventilador de teto
Érico: Cara….tocamos numa ilha próxima daqui….tipo, de doideira mesmo……começamos a tocar e convidamos os curiosos pra entrar…..bicho….entraram 3 velhas com cadeiras de praia….colocaram na frente da gente e ficaram curtindo o peso…..hauhauhauahuha…as velhas deviam ter na faixa de uns 70 anos de idade!
Thomas: foi foi
Sapo: e a do ventilador é que o ventilador de teto no estúdio que a gente ensaia é meio baixo…e ambos os vocalistas são altos….então vira e mexe a gente tem que lembrar de desligá-lo, senão nossos cantores ficariam cotós. Como você pode ver EDYE…uma banda seria como a gente não podia ter poucas historias “inusitadas”
Thomas: e Pablo gosta de enfeitar os cantos dele como Pavarotti
EDYE: Risos …
EDYE: Como funciona o lance de 2 vocalistas? Isto chama uma boa atenção da mídia e do público.
Thomas: aqui não. Lá fora sim e muito
Érico: velho…o negócio é o seguinte…..temos partes trágicas e partes agressivas….por aí você tira como encaixamos os vocais……O público geralmente fica meio espantado quando Pablo começa cria uma atmosfera……aí eu entro e coloco a molecada pra se matar…alternando a todo instante…o que fica interessante pq o publico fica curtindo as melancolias de Pablo e ao mesmo tempo esperando a porrada começar…e quando começa amigão….só você vendo!!!!!
Sapo: pode crer
Thomas: lá fora na Europa e contrário eles visam mais as guitarras , o baixo e a bateria por que lá já é comum ter duas ou mais vozes. E lá o povo gostou muito mesmo a levada da gente
Érico: o problema é que por aqui….o povo não tá acostumado com o tipo de vocal do Pablo…..roça mano…..sabe como é né? huaha
Thomas: e inclusive a diferença entre as vozes
EDYE: Verdade.
Thomas: querer que copiar é uma coisa fazer é outra
EDYE: Sim. Entendi.
EDYE: Quanto ao ritmo de ensaios. Como estão no momento? Muitas bandas não gostam de ensaiar, gostam mais de chegar no palco e descer a lenha e vocês? Como são?
Thomas: Péssimo. Só 5 vezes por semana
Sapo: hehehe
EDYE: Qual o maior desejo e sonho da banda?
Sapo: reconhecimento….acho q o maior desejo e sonho de qualquer banda é poder viver de musica
Arthur Pinto (Produtor): concordados!!!
Thomas: viajar é viver daquilo que gosta de fazer, sem prepotência nenhuma
EDYE: Atualmente, quais são as maiores dificuldades da banda?
Sapo: maior dificuldade da [maua] é a maior dificuldade de banda de rock no Brasil, e especialmente no nordeste…apoio
EDYE: E as facilidades?
Sapo: facilidade da [maua] acho q tem sido o bom feedback. A gente tem ouvidos ótimos comentários sobre o som. E isso abre portas
Thomas: ter estabilidade na idéia e botando o projeto para frente
Arthur Pinto (Produtor): estamos com um projeto que vai rolar em novembro… que é o lançamento do clip que fizemos… e como toda banda independente todo dinheiro sai do nosso esforço… e temos que correr atrás pra colocar o sonho em prática!
EDYE: Por falar em lançamento, a banda pode enviar o material para o site para resenhas.
Sapo: claro
Arthur Pinto (Produtor): claro!!
EDYE: Obrigado pelo tempo dedicado para esta entrevista. Bem, agora um recado para os internautas e fãs.
Sapo: curtam a [maua]…entrem em contato com a gente…digam o que acham do som….esperamos estar tocando por onde pudermos em breve
Thomas: a minha experiência como músico me ensinou o seguinte. Ser músico é igual qualquer profissão
Arthur Pinto (Produtor): A galera que curte o som da gente o que tenho a dizer é muito obrigado e continuem curtindo o nosso som e sempre nos influenciando também… e pra galera da net acessem:
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* * * * * (0xx79) Produções * * * * *
Contatos e Acessos da [maua]:
http://www.mauanet.com.br
http://www.purevolume.com/maua
http://www.maua.palcomp3.com.br
http://www.tramavirtual.com.br/artistas/[maua]
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=400169
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=277540879735898583
[mauaphone] – 8807-8570 (Contatos para shows)
Lista de Discussão ROCK SERGIPANO
Home: http://groups.google.com.br/group/rock_sergipano
e-mail: rock_sergipano@googlegroups.com
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Thomas: basta levar a serio e se apaixonar pelo oficio e ir para frente
Sapo: assino embaixo Thomas
EDYE: Beleza.
Thomas: E O MAIS IMPORTANTE ———————— NUNCA DEIXE DE SONHAR ——————– POR QUE OS SONHOS ONDE FAZ POR ONDE SE REALIZARÃO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Publicado: 06/10/2005
Publicado em 06/10/2005 no antigo site RockShowBrasil.COM
Cidade/Estado: São Paulo / SP
Estilo: cover / progressivo
Telefone: 11-9282-5675
Integrantes: 5
PINK FLOYD
Uma das maiores bandas de todos os tempos, responsável pelo surgimento do Rock Progressivo, o Pink Floyd explorou de forma inigualável todos os recursos disponíveis desde 1965 até hoje, emplacando vários sucessos como Wish you were here, Another Brick in the Wall e Time.
ECHOES
Formada em 2005 por músicos veteranos de SP, tem o objetivo de trazer ao palco toda magia e o som emocionante do Pink Floyd. O repertório da banda engloba todos os grandes sucessos do Pink Floyd, passando por praticamente todos os discos, com destaque especial para as duas obras primas: The Dark Side of the Moon (na íntegra) e The Wall. Utilizando-se de equipamentos de primeira, a banda executa de forma fiel a qualidade sonora do Pink Floyd por mais de 2h50m, além de contar com efeitos visuais, através de iluminação e vídeos em telão. O “set” de seus shows é extraído de um repertório de mais de 30 músicas. As principais características da banda são a dedicação e a busca incansável pela qualidade musical. A banda é formada por:
“Rics” Carvalho – Baixista e vocalista principal, toca há mais de 12 anos em diversas casas de São Paulo e no Interior. A banda em que permaneceu por mais tempo foi a Helter Skelter, que tocava clássicos dos anos 60. Equipamento: Baixo Fender e pedaleira Boss. Principais influências: Roger Waters, Syd Barrett, John Entwistle e Paul McCartney.
Marcelo “Bico” – Guitarrista e vocalista, toca há mais de 25 anos. Por ser detalhista e especialista em pedais e pedaleiras para guitarra, atinge a excelência nos timbres, além de solos perfeitos. Tocou nas bandas: Big Twister Blues, banda de blues e Broadcast. Equipamento: Guitarra Fender Stratocaster, pedelaira Boss ME5, Pedal turbo overdrive Boss, Equalizador Boss. Principais influências: David Gilmour, Eric Clapton e Jeff Beck.
“Vagnão” Siqueira – Tecladista, toca há mais de 18 anos. Sua principal virtude é a impressionante capacidade de buscar timbres perfeitos com a precisão sonora de seus teclados. Tocou em bandas como: Marillion Cover e Mandrake. Equipamentos: Sintetizadores Kurzweil K2600S, Alesis ION e Clavia Nord Electro. Principais influências: Pink Floyd.
“Rei” Kramer – Baterista e vocalista, toca há mais de 20 anos. Conhecido no mundo musical como “The Clock Man”, têm como principais características a precisão de um relógio, a facilidade de improviso e uma técnica inquestionável. Tocou e toca em bandas como: Rafael Pio, Queen cover, Black Dog e LS Jack. Equipamentos: Yamaha Noveau e pratos Sabian Principais influências: Pink Floyd, Rush, Queen, Supertramp.
Wagner Campagner – Guitarrista, toca há mais de 10 anos. Tem como característica ser detalhista, buscando a precisão na execução das músicas. Equipamento: Guitarra Fender Stratocaster, Violão Crafter, Amplificador, Fender Acoustasonic, pedal Sansamp GT-2. Steel guitar.
Principais influências: Pink Floyd, Led Zeppelin, Jethro Tull, Beatles, The Doors, Jimi Hendrix.
Izabel - Canta a mais de 07 anos. Já se apresentou solo em alguns locais no interior de SP e Minas Gerais.
Colocada em 1º lugar em 2004 no festival “vozes femininas” – Evento patrocinado pelo Unibanco.
Influências: R & B and Soul, Mariah Carey, Pink Floyd
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Vídeos
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